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Protegido: Orientação para Intervenção da AS/USP – Infeção por vírus Mpox

  • Transmissão: Transmissão pessoa a pessoa (contacto direto sem proteção com lesões, exsudado, crostas); contacto indireto com fluídos corporais infeciosos; transmissão através de gotículas respiratórias e objetos contaminados por pessoa infetada; transmissão vertical e perinatal.
  • Período de incubação: Varia entre 1 e 21 dias.
  • Período de transmissibilidade: Desde início de sintomas prodrómicos até à queda das crostas (das lesões na pele); se ausência de sintomas prodrómicos, o início do período deve ser considerado um dia antes do início da erupção.
IntervençãoDefiniçãoTempoMétodo
Interrupção de transmissão pelo doenteIsolamento domiciliário e distanciamento físico, até à resolução das lesões.Logo que possível.Medidas de proteção universal para prevenir exposição a fluidos corporais infeciosos.
Havendo necessidade de deslocação a unidade de saúde, utilizar máscara e cobrir ao máximo as lesões, evitando contacto com outras pessoas.
Evicção Escolar e LaboralNão aplicável.Não aplicável.Não aplicável.
Identificação de ContactosContactos próximos (parceiro sexual, coabitante, cuidador, profissional de saúde (quando o contacto ocorre sem a utilização de EPI indicado ao tipo de exposição). Outros contactos prolongados ou de alto risco.Logo que possível.Entrevista ao caso ou responsável legal do caso (se aplicável).
Registar os contactos identificados no formulário da plataforma informática de suporte ao SINAVE.
Vacinação Pós-ExposiçãoContacto próximo: assintomático e sem diagnostico prévia de infeção humana por Mpox.
Se o contacto apresentar sintomas compatíveis com esta doença, esta tem de ser excluída, laboratorialmente, antes de ser vacinado.
É prioritária.
Idealmente nos primeiros 4 dias após última exposição.
Pode ocorrer até 14 dias após última exposição.
– Exposição continuada ou intermitente – 2 doses, com um intervalo de, pelo menos, 28 dias. Se, após a 1.ª dose, desenvolverem sintomas compatíveis com infeção humana por VMPX, não devem ser vacinadas com a 2.ª dose sem que a infeção seja excluída laboratorialmente.
– Sem potencial exposição continuada ou intermitente: 1 dose;
– Pessoas com história de vacinação contra a varíola:
– Há mais de 2 anos: 1 dose;
– Há 2 anos ou menos, se esquema incompleto: 1 dose, pelo menos 28 dias após a dose anterior;
– Há 2 anos ou menos, se esquema de duas doses: sem indicação para vacinação.
Imunoglobulina Pós-ExposiçãoNão aplicável. Não aplicável. Não aplicável.
QuimioprofilaxiaNão aplicável.Não aplicável.Não aplicável.
Vigilância ClínicaContactos.Vigilância de sintomas durante 21 dias após último contacto.Detetar sinais/sintomas de doença. Os contatos que apresentarem sintomas devem contactar os serviços de saúde ou o SNS24.
Bibliografia

Data da última atualização da página: 30/10/2023

Autoria: Área Funcional de Vigilância Epidemiológica, Departamento de Saúde Pública

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