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Protegido: Orientação para Intervenção da AS/USP – Botulismo

  • Transmissão: O modo de transmissão varia por categoria: Alimentar (ingestão de alimentos com toxina botulínica); colonização intestinal (ingestão de esporos que germinam em bactérias e colonizam intestino, com libertação de toxinas); contaminação de feridas; inalação (1 ocorrência de inalação de neurotoxina botulínica aerossolizada); iatrogénico (injeção de toxina botulínica não aprovada).
  • Período de incubação: Alimentar: 2 horas a 8 dias (geralmente 12 a 36 horas); Intestinal: até 30 dias; Feridas: 4 a 14 dias; Inalação: desconhecido; Iatrogénico: desconhecido.
  • Período de transmissibilidade: Não aplicável (não há transmissão pessoa a pessoa).
IntervençãoDefiniçãoTempoMétodo
Interrupção de transmissão pelo doenteNão aplicável.Não aplicável.Não aplicável.
Evicção Escolar Não aplicável. Não aplicável. Não aplicável.
Identificação de ContactosContactos expostos à fonte de infeção do caso. Logo que possível.Entrevista ao caso ou responsável legal do caso (se aplicável).
Registar os contactos identificados no formulário da plataforma informática de suporte ao SINAVE.
Vacinação Pós-Exposição Não aplicável. Não aplicável. Não aplicável.
Imunoglobulina Pós-Exposição Indivíduo que apresente os critérios de inclusão de acordo com a Orientação n.º 001/2020 de 16/01/2020. Logo que possível (idealmente até 24h após início de sintomas). Ativação da Reserva Estratégica Nacional de Antitoxina Botulínica.
Quimioprofilaxia Não aplicável. Não aplicável. Não aplicável.
Vigilância Clínica Não aplicável. Não aplicável. Não aplicável.
Bibliografia
  • Bleck TP. Botulism (Clostridium botulinum). In: Mandell, Douglas and Bennett’s Principles and Practice of Infectious Diseases, 8th ed, Bennett JE, Dolin R, Blaser MJ,Elsevier Saunders, Philadelphia 2015. p.2763.
  • CDC. Botulism – Information for Health Professionals. Centers for Disease Control and Prevention; 2019. URL: https://www.cdc.gov/botulism/health-professional.html Acedido a 13/03/2023.
  • Centers for Disease Control and Prevention: Botulism in the United States, 1899-1996. Handbook for Epidemiologists, Clinicians, and Laboratory Workers, Atlanta, GA. Centers for Disease Control and Prevention, 1998. https://www.cdc.gov/botulism/pdf/bot-manual.pdf Acedido a 13/03/2023.
  • DGS. Orientação n.º 001/2020 de 16/01/2020. Procedimento para disponibilização da Reserva Estratégica Nacional de Antitoxina Botulínica. Lisboa. Direção Geral da Saúde; 2020.
  • Rao AK, Jackson KA. Botulism. In: Heymann DL. Control of Communicable Diseases – Manual. 20.ed. Washington, DC: APHA; 2015. P. 71-77.
  • World Health Organization (WHO). 2000. “Clostridium botulinum: International Programme on Chemical Safety Poisons Information Monograph 858 Bacteria.” URL: https://inchem.org/documents/pims/bacteria/pim858.htm#2.1 Acedido a 25 de novembro de 2022.
  • WHO. Botulism. World Health Organization; 2016. URL: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/botulism Acedido a 13/03/2023.

Data da última atualização da página: 30/10/2023

Autoria: Área Funcional de Vigilância Epidemiológica, Departamento de Saúde Pública

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