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Secretário de Estado Adjunto e da Saúde inaugura a Unidade de Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar de São João

A prestação de cuidados aos doentes com doenças graves e/ou avançadas e progressivas com o objetivo de promover o seu bem-estar e qualidade de vida, é um elemento qualitativo essencial do sistema de saúde, devendo garantir-se o seu adequado desenvolvimento na continuidade dos cuidados de saúde, tendo por base os princípios de equidade e de cobertura universal”.

Foi, pela defesa dos direitos atrás mencionados e pelo cumprimento, da Lei de Bases do Cuidados Paliativos, aprovada pela Lei nº 52/2012, de 5 de setembro, e do Despacho 14331-A/2016, de 24 de novembro, que o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, nesta data, presidiu à cerimónia de inauguração de mais uma Unidade de Cuidados Paliativos, desta feita, no Centro Hospitalar de São João, que, para além do referido Membro do Governo, contou, igualmente com a presença da Diretora da Faculdade e outros académicos da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com o Conselho Diretivo desta ARS, com o Conselho de Administração e outros dirigentes do referido Centro Hospitalar, com a Presidente da Comissão Nacional de Cuidados Paliativos, para além de outras entidades.

A decisão da atual Tutela do Ministério da Saúde em alargar esta área da prestação de cuidados – até aqui tão carenciada de recursos – tem por base os dados não só o levantamento efetuado e a escassez demonstrada como a expetativa divulgada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a qual estima que, anualmente, mais de 40 milhões de pessoas necessitam de Cuidados Paliativos em todo o mundo e reconhece a eficiência e custo-efetividade de diversas formas de organização de Cuidados Paliativos no alívio do sofrimento. Assim, para o Governo, o desenvolvimento de modelos de Cuidados Paliativos, plenamente integrados nos sistemas nacionais de saúde e na continuidade de todos os níveis de cuidados é, tal como pela OMS, considerado uma responsabilidade ética do Estado.

Esta Unidade de Cuidados Paliativos, de elevada diferenciação, vai dar mais apoio e conforto aos doentes num SNS com mais Proximidade.

 

 

 

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